Você decide: passe o chapéu adiante ou tenha uma conversa construtiva
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O fenômeno de mediação tornou-se mais conhecido nos últimos anos. É comumente utilizado para acomodar questões pessoais, como divórcio e disputas legais. Considerando-se a quantidade de projetos de outsourcing de TI mal sucedidos ou mal executados, existem todas as razoes para o uso de mediação em um sentido mais amplo. Entretanto, muitas autoridades preferem resolver disputas através de arbitragem ou simplesmente esperar, pacientemente, o curso do contrato. O seguinte exemplo extraído da vida real irá parecer muito familiar a todos. Uma grande organização terceirizou o gerenciamento do seu escritório de tecnologia, o parque de servidores e a rede para um provedor de serviços de TI igualmente grande. Depois de algum tempo, o entusiasmo inicial quanto à nova colaboração transformou-se em ressentimento e desapontamento. Gradualmente, a organização cliente começa a sentir que é boa o bastante para pagar as faturas mas não o suficiente para uma provisão de serviços decente. E mais, o provedor de serviços parece (aos olhos da organização cliente) insensível a qualquer comentário ou alusão nesse sentido. O provedor de serviços sequer reflete que entrega o é demandado e sempre mostra níveis de serviços absolutamente de acordo.
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Offshoring custa menos postos de trabalho do que esperado
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Além do horizonteA terceirização de serviços de TI para outros países possui uma péssima reputação; custa empregos. No entanto, muitos projetos de offshoring são, predominantemente, uma reação à escassez de mão-de-obra. Equipes permanentes, com freqüência, mantêm seus postos, enquanto que o pessoal externo sente os efeitos do offshoring. Por essa razão, comunicação clara sobre offshoring pode mitigar a inquietação e a rotatividade indesejada de pessoal. A terceirização da provisão de serviços relacionada a aplicações de TI cresce muito rapidamente. No que diz respeito aos profissionais de TI, a escassez de mão-de-obra no Oeste Europeu parece que chegou para ficar e pode forçar as organizações a moverem-se para outros países. O termo “offshoring” , relacionado a esse fenômeno, pode ser considerado hoje razoavelmente estabelecido. Ao mesmo tempo, os processos de negócio tem se tornado cada vez mais dependentes de TI, e as organizações estão fazendo demandas cada vez maiores para a TI. TI precisa tornar-se mais flexível e tem que oferecer mais funcionalidades dentro de um curto período de tempo. Além disso, existe muita demanda pela habilidade necessária para substituir as aplicações de TI mais antigas, especialmente em fusões e aquisições. Em outras palavras, existe muito trabalho para profissionais especializados em TI. Entretanto, na Europa Ocidental esse grupo de profissionais é muito pequeno.
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Empresas de pequeno e médio porte da Europa Ocidental estão procurando vantagens por meio do nearshoring
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Pequenas e médias empresas estão de olho na Europa Central e Oriental para terceirização de desenvolvimento de software. As tarifas são menores em países como Índia e China, entretanto a Ásia possui diversas desvantagens para pequenas e médias empresas. Atualmente, o mercado de offshoring e nearshoring na Holanda tem alcançado volumes de mais de 400 milhões de Euros por ano e é dominado pela Índia. Aproximadamente 35% desse volume é atribuído ao setor financeiro o qual tem cooperado com a Índia para uma escala ainda maior. Atualmente as pequenas e médas empresas estão a procura de soluções nearshoring em detrimento as offshoring para minimizarem os riscos. Com aproximadamente 730.000 empresas, 4.1 milhões de empregados e cerca de 58% de turnover na Holanda, as pequenas e médias empresas são o coração da economia Holandesa. Direcionadas pelas vantagens financeiras e pela redução do mercado de trabalho essas empresas estão terceirizando os serviços de TIC além das fronteiras nacionais. Pesquisas de mercado mostram que nos próximos anos os motivos para as companhias procurarem o nearshoring e offshoring mudarão. Frank de Vries e Bernhard van Oranje levantaram as diferenças entre offshoring e nearshoring.
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Foco na China: Para cruzar o rio usando pedras, você dever dar um passo por vez ...
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Muitos gerentes consideram que é difícil responder a questão porque alguém quer fazer negócios com a China. Fazer negócio com a China parece ser parte integrante do nosso dia-a-dia. O último plano de Deng Xiaoping parece ter funcionado. O capitalismo encontrou seu caminho dentro de uma China politicamente estável, a qual é liderada por um governo comunista. Juntar-se a economia Chinesa tem mostrado que não é uma tarefa fácil. Barreiras culturais e de idioma são grandes desafios. Gostaria de informar a todos que pretendam “fazer algo com a China” para obter o conhecimento sobre a cultura, história e idioma. Não faca apenas uma visita às principais cidades, tais como Beijin, Shangai e Guanzhou, mas também conheça a região Central (por exemplo, a província de Sichuan) ou a Oeste (por exemplo, Xining). Isto lhe mostrará a verdadeira cultura não ocidentalizada e você poderá encontrar que não existe um único mercado Chinês.
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Achmea - caso de sucesso de outsourcing
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Parceria comprovada Em 2006, a Achmea Group IT Services (GITS), fornecedor interno de serviços de TI para a Achmea, iniciou um grande projeto de outsourcing no qual três partes da infra-estrutura (data center, estações de trabalho e redes e comunicação) foram terceirizadas completamente. Esse enorme processo foi executado em 18 (dezoito) meses. Paul Piebinga (Chefe Executivo da GITS) e seu braço direito, Wout Kok, foram responsáveis por esse processo, o qual foi supervisionado pelos consultores de gerenciamento da Quint Wellington Redwood.
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