White Papers
Inovação pode ser aprendida – Como a organização de TI pode conseguir se posicionar como um parceiro na inovação
A organização interna de TI que não pode atender a demanda de informação do negócio corre o risco de se tornar periférica e perder seu direito de existir. O que o CIO ou o Gerente de TI podem fazer para recuperar a confiança do negócio e reposicionar sua organização de TI como um parceiro preferencial para a inovação? Nos últimos anos, muitas organizações de TI têm racionalizado suas operações, especialmente com o objetivo de reduzir custos nestes tempos de economia em declínio. Um efeito colateral desta racionalização é que ela aumentou a dificuldade para atender as demandas que o negócio gera para a organização de TI no que se refere em inovação de produtos e serviços. Recentemente, o instituto holandês de pesquisas Giarte observou que em relação a isto, a inovação em práticas freqüentemente não acontece quando envolve algo fora da infra-estrutura ou a adoção de tecnologia que não seja comprovada. E especialmente agora o negócio visualiza o suporte a inovações para suas necessidades pelo aproveitamento de novas tecnologias e introdução de novos conceitos em serviços como um dos principais objetivos da organização de TI. Uma migração de sistema operacional Windows XP para Windows Vista em uma estação de trabalho é aparentemente de uma proporção diferente do que explorar e implantar com sucesso um novo canal de distribuição de serviços financeiros on-line baseados em tecnologia Web 2.0. Não somente o foco, mas também o sucesso em projetos de inovação deixa muito a desejar: pesquisa do IDC mostra que a taxa média de sucesso nestes projetos é de somente 50%.
 
O fim da organização de TI tradicional!
Existe uma expectativa que a organização de TI seja orientada ao cliente, e ao mesmo tempo flexível e eficiente em sua capacidade de entregar novos sistemas rapidamente e com baixo custo. Estes novos sistemas devem ser implantados sem falhas dentro de uma infra-estrutura estável. Na prática isto gera uma grande quantidade de dúvidas em uma organização. Em um ambiente relativamente imaturo onde os desejos de clientes e a disponibilidade da tecnologia estão constantemente mudando, tudo está se tornando mais complexo. Para um número crescente de organizações de TI, isto parece somente a impossibilidade de se manter a capacidade de atender a demanda. Na Holanda, nos últimos dez anos este tema foi tratado com a profissionalização da função interna de TI. Entretanto, clientes ainda não estão satisfeitos porque acreditam que muito ainda é realizado erroneamente. Este é um dos pontos por que TI cada vez mais é terceirizada de forma parcial ou completa. Tenha em mente que isto normalmente não melhora esta situação, mas pode torná-la mais incontrolável. A fim de poder lidar com os desafios atuais, a organização de TI precisa se reinventar.
 
ITIL v3 and Outsourcing - How ITIL v3 can facilitate Outsourcing initiatives
Can the newly released Information Technology Infrastructure Library (ITIL) V3 processes, well implemented and managed, significantly improve the probability of achieving success in an Information Technology Outsourcing (ITO) effort? To address the above question or hypothesis a brief review/level set of the evolution of IT processes, specifically ITIL, is presented along with a comparable review of ITO processes. In the white paper ITIL v2 and Quint’s IPW are discussed as precursors to ITIL v3. The new v3 focus on sourcing is highlighted and related to ITO best practices from the International Association of Outsourcing Professionals and Carnegie Mellon’s eSourcing Capability Models (eSCM). Quint’s Sourcing Governance Framework with its Demand Supply Organization Is included in the examination of ITO. Following these overviews the ITIL V3 to ITO relationship is examined. The objective of this paper is to analyze ITIL V3 and outsourcing best practices and answer the question/prove the hypothesis that the newly released Information Technology Infrastructure Library (ITIL) V3 processes, well implemented and managed, can significantly improve the probability of achieving success in an Information Technology Outsourcing (ITO) effort.
 
Abordando aderência ao SOX – Primeiro white paper da Quint sobre ISO20000
Muitas empresas esforçaram-se para adotar a legislação que se seguiu à destruição de bilhões de valres de mercado, devido ao comportamento não ético de altos executivos. As mais conhecidas dessas “difíceis” leis são o Sarbanes-Oxley Act (SOX) de 2002 ,nos Estados Unidos, e a Oitava Diretiva na Europa. Essas regulamentações são particularmente radicais nas areas de avaliação e supervisão dos sistemas de controle que suportam as divulgações financeiras e, portanto, têm um significativo impacto nas organizações de TI das companhias de capital aberto, e dos seus fornecedores de TI. Por essa razão, aumentar o nível de “controles de TI” é um assunto que tem mantido muitos gerentes de TI sem dormir. A resposta da Quint é uma combinação de IPWtmSM, governaça de TI e ISO20000. O ISO20000 é o primeiro padrão mundial de qualidade especialmente dirigido para o Gerenciamento de Serviços de TI. Ele descreve um conjunto integrado de processos e abordagem gerencial para a entrega eficiente de serviços aos clientes internos e externos. O ISO20000 é, basicamente, um casamento entre duas melhores práticas: ISO9000 e ITIL. A principal diferença entre ITIL e ISO20000 é a possibilidade de certificação por um auditor independente. Isso, e outras qualidades, fazem um conceito interessante sob a perspectiva SOX.Há um white paper disponível (em duas partes), que tratam com os aspectos gerenciais, processuais e comportamentais de se obter um controle efetivo de TI.
 
 
 
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